Quão livre está a nossa imaginação?

05 Jul 2019
18:30 - 20:00
Auditório Biblioteca Almeida Garrett

Quão livre está a nossa imaginação?

IMAGINA, enquanto verbo de e para a ação, surge como um convite a resgatarmos a nossa imaginação na construção do melhor mundo possível.

Serve ainda como uma provocação para refletirmos de forma crítica, consciente e conjunta em torno  da questão: Quão livre e saudável é a nossa imaginação para conseguirmos dar lugar a uma sociedade equitativa e sustentável?

A Imaginação pode assumir diversas formas, cores e texturas, vertida em diferentes tempos e geografias, abraça mentes, rostos e vozes inquietas. A Imaginação é também uma escolha, que nos desafia a vestir outros corpos, a experimentar outras linguagens e inteligibilidades, a projetar encontros e diálogos geradores de mudança(s), a criar o impossível até se tornar possível, tangível e real, guiando  profundas e positivas transformações sociais.

Perante  um planeta em paragem cardíaca, alimentado por um modelo de consumo massificado e homogeneizado promovido pelo bicho humano globalizado , como pensar e sentir a Imaginação? Quando o bicho humano se demite do seu dever de cuidar do planeta, não reconhecendo o seu papel ativo  na promoção das alterações climáticas, e respetiva influência na a crescente instabilidade política, económica e social mundial, no recrudescimento de medos, intolerâncias e desigualdades, bem como na aceitação e representação por líderes políticos extremistas com ideologias discriminatórias , acreditamos que nos vamos, assim, afastando da nossa capacidade crítica e criativa de olhar a sociedade como um todo e, fundamentalmente, da nossa humanidade.

IMAGINA, é o mote para nos inspirar e reativar, interpelando-nos a refletir e a ouvir um planeta que é de todos e para todos.

Neste sentido, que papel desempenham diversos agentes institucionais e setoriais  no reforço de tendências e na criação de uma mente coletiva de receio e na opressão da imaginação? Como são utilizados os meios de comunicação meios pelos agentes políticos e económicos para criar cultura?

Qual é o contributo individual na co-criação de caminhos imagináveis  para as gerações de hoje e as seguintes?

ABERTURA

Filipe Araújo (Vice-Presidente da CMPorto e Vereador do Pelouro da Inovação e Ambiente)

Sara Silva (Cidade Mais)

INTERVENIENTES:

Adriana Calcanhotto (cantora e compositora)

MODERADOR:

Álvaro de Vasconcelos (Fórum Demos)

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Lotação limitada aos lugares existentes.